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Setor securitário representa cerca de 5,5% do PIB brasileiro 

Com mais de 500 mil trabalhadores no país, categoria atua em áreas como seguros, previdência, resseguros e mercado de capitais

postado Paulo Melo

O setor securitário faz parte da vida econômica do país e está diretamente ligado à proteção da sociedade. Por trás desse mercado, que envolve seguros, previdências, resseguros, mercado de capitais, autogestão em saúde e corretoras de seguros, há mais de 500 mil trabalhadores em atuação no Brasil. A categoria integra a base de representação da CONTEC e tem papel importante dentro do sistema financeiro nacional. 

Segundo o vice-presidente da CONTEC e presidente da Federação Nacional dos Securitários (Fenespic) , Isaú Joaquim Chacon, o seguro tem uma função direta na vida da população.

“O seguro protege a vida, o patrimônio, as empresas, os negócios e tudo aquilo que tem valor para a sociedade. Essa é uma massa de trabalhadores da maior relevância para o povo brasileiro”, afirma.

De acordo com Chacon, o setor securitário representa cerca de 5,5% do PIB brasileiro. O número mostra a participação do segmento na economia e ajuda a dimensionar o tamanho dessa atividade. Ainda assim, o mercado tem espaço para crescer, especialmente em áreas como seguros diversos e previdência aberta. São trabalhadores que atuam no atendimento, na análise de contratos, nos processos internos, na operação dos serviços e na relação com a sociedade.

“Essa máquina só gira por causa dos trabalhadores. Quem faz o setor produzir mais, crescer mais e contribuir para o desenvolvimento do país é o trabalhador securitário”, destaca.

A presença dos securitários na CONTEC está ligada à própria natureza da atividade. A Confederação representa trabalhadores das empresas de crédito, campo que também envolve o setor securitário. Hoje, a CONTEC é formada por nove federações, sendo oito ligadas à representação bancária e uma aos securitários. Essa relação também aparece no mercado. Parte das grandes seguradoras está vinculada a bancos, enquanto a outra parte é formada por empresas privadas do setor. Em todos os casos, o funcionamento dessa cadeia depende do trabalho diário dos securitários.

Para a CONTEC, valorizar os securitários é reconhecer uma categoria que participa da proteção da vida, dos bens e da estabilidade econômica de milhões de brasileiros. A defesa desses trabalhadores faz parte da atuação histórica da Confederação na representação dos profissionais do sistema financeiro nacional.

“Estamos falando de trabalhadores que ajudam a proteger a sociedade, movimentam um setor relevante do PIB e contribuem para o crescimento nacional. Por isso, a valorização do securitário também precisa estar no centro desse debate”, conclui Chacon.

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