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A greve dos funcionários do Banco da Amazônia continua após mais uma rodada de negociação terminar sem acordo. Apesar do banco ter melhorado a proposta para o tratamento dos dias parados, os trabalhadores consideraram que ainda faltam avanços nas reivindicações apresentadas pela categoria.
Na primeira reunião, realizada na última semana, o Banco da Amazônia propôs o abono de 20% dos dias de greve, com compensação dos 80% restantes até 31 de dezembro de 2026. A proposta foi considerada insuficiente pelas entidades representativas, que também cobraram avanços em relação ao Programa Saúde Amazônia. Na segunda rodada, o banco apresentou uma nova proposta e elevou para 50% o abono dos dias parados. A outra metade deverá ser compensada pelos funcionários até o fim deste ano. Mesmo com a mudança, não houve acordo. Os trabalhadores mantiveram a cobrança pelo abono integral dos dias de greve e por uma solução para as reivindicações relacionadas ao programa de saúde.
Sobre o Saúde Amazônia, o banco informou que, por limitações legais, as mudanças discutidas durante as negociações somente poderiam ser implementadas a partir de 2027. O tema permanece entre os principais pontos de impasse. A nova proposta também não foi suficiente para encerrar a mobilização. Com a rejeição dos termos apresentados pelo Banco da Amazônia, os funcionários decidiram pela continuidade da greve.
