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Mobilização Nacional pressiona bancos por avanços na Campanha Salarial 2026

Sindicatos, federações, bancários e bancárias participaram de atos em todo o país antes da nova rodada de negociação com a Fenaban

postado Paulo Melo

Bancários e bancárias de todo o país participaram, nesta terça-feira (28), de uma Mobilização Nacional para cobrar respostas concretas dos bancos às reivindicações da Campanha Salarial 2026. Os atos foram organizados por sindicatos e federações, com atividades em frente às agências e diálogo com trabalhadores e clientes. Entre as principais preocupações apresentadas pelos trabalhadores estão a pressão por metas abusivas, o adoecimento da categoria, as demissões e o fechamento de agências bancárias. As entidades também cobram avanços nas reivindicações sociais e melhores condições de trabalho.

A mensagem levada às ruas foi direta: enquanto os bancos adiam respostas, os problemas enfrentados pelos trabalhadores continuam”. A mobilização busca ampliar a pressão sobre a Fenaban e demonstrar que as propostas discutidas na mesa de negociação precisam refletir a realidade vivida diariamente nas agências e demais unidades bancárias.

O presidente da CONTEC, Lourenço Prado, destacou que a participação dos trabalhadores fortalece a representação da categoria para influenciar diretamente o andamento das negociações.

A força apresentada nas ruas chega à mesa de negociação. Quando sindicatos, federações, bancários e bancárias se mobilizam em todo o país, os bancos entendem que existe uma categoria unida e disposta a lutar por avanços. Esperamos que essa mobilização se transforme em respostas concretas na próxima reunião com a Fenaban”, afirmou.

A nova rodada de negociação entre a CONTEC e a Fenaban está marcada para esta quinta-feira (30), às 14h30, em São Paulo. A expectativa é de que a manifestação nacional contribua para destravar os debates e para que os representantes dos bancos apresentem propostas efetivas.

“Sem mobilização, os bancos não avançam. A participação de cada trabalhador faz a diferença!”, concluiu Lourenço Prado.

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