A taxa de desemprego do Brasil voltou a cair e ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, após registrar 6,1% em março. O número é o menor já registrado para o mês em toda a série histórica, iniciada em 2012. Em abril de 2025, a desocupação ficou 6,6%. O resultado veio abaixo da estimativa de analistas de mercado, que projetavam 6%.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira.
Com isso, foram cerca de 6,3 milhões de pessoas buscando trabalho no trimestre móvel entre fevereiro e abril de 2026. Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro, quando a taxa de desemprego ficou em 5,4%, houve alta no número de desocupados, com mais 471 mil pessoas.
Já a população ocupada ficou em 102,3 milhões, em um nível de 58,4%, uma queda frente ao trimestre encerrado janeiro (58,7%).
A renda média real de todos os trabalhos se manteve no patamar recorde, chegando a R$ 3.732, embora seja levente menor que o registrado no trimestre encerrado em março (R$ 3.750).
Na comparação com os três meses até janeiro, a taxa de informalidade caiu de 37,5% (ou 38,5 milhões de trabalhadores informais), para de 37,2% (ou 38,1 milhões).
A população subocupada por insuficiência de horas — ou seja, o grupo de ocupados que trabalha menos de 40 horas semanais, gostaria de trabalhar mais e tinha disponibilidade para isso — registrou uma queda de 5,5% contra janeiro, além de recuo de 7,3% no ano.
Fonte: O Globo
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