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No Dia de Combate ao Feminicídio, Sindicato dos Bancários reafirma luta pelo fim da violência

Basta!

postado Flávio Lacerda Alves

Neste 1º de junho, Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, o Sindicato dos Bancários reafirma seu compromisso e atuação em defesa dos direitos das mulheres e no combate a todas as formas de violência de gênero.

Olhando para a realidade alarmante dos índices de violência doméstica e feminicídio em Mato Grosso do Sul, o Sindicato dos Bancários reforça sua atuação com o projeto “Basta! Não Irão Nos Calar”.

O projeto consiste em um canal de acolhimento e assessoria jurídica especializada para as bancárias e para as trabalhadoras do ramo financeiro que estejam passando por situações de violência doméstica ou familiar.  Os atendimentos são realizados pelo WhatsApp: (67) 99211-3014.

“O nosso papel enquanto sindicato vai muito além de defender salários; nós defendemos a vida. Queremos que cada mulher saiba que ela não está sozinha e que o sindicato dispõe de estrutura para apoiá-la na busca por justiça e proteção”, destaca a presidenta do sindicato, Neide Rodrigues.

Até o final do mês de maio de 2026, foram registrados em Mato Grosso do Sul: 13 feminicídios, 8.930 casos de violência doméstica e 755 estupros.

Conquistas para as bancárias

A história do movimento sindical bancário é marcada por conquistas que se tornaram referência para outras categorias profissionais no Brasil. Graças à mobilização e às negociações, as mulheres bancárias garantiram direitos fundamentais que protegem a maternidade, a carreira e a integridade física:

  • Licença-Maternidade de 180 dias: Uma conquista pioneira que garantiu tempo de qualidade para o cuidado com o recém-nascido e a recuperação da mãe.
  • Igualdade de Oportunidades: Cláusulas específicas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que combatem a disparidade salarial e promovem a ascensão de mulheres a cargos de liderança.
  • Combate ao Assédio Sexual e Moral: A criação de canais de denúncia eficazes e bipartites para punir abusos no ambiente de trabalho.
  • Canal de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica: Cláusula na CCT que prevê realocação de local de trabalho, auxílio-viagem e estabilidade temporária para bancárias que sofrem violência em casa, permitindo que elas quebrem o ciclo de abuso sem o medo de perder o emprego.
  • Bolsas de Estudo para Mulheres em TI: Frente à crescente digitalização dos bancos, o Comando Nacional  conquistou 3.100 bolsas de estudo para que as bancárias se capacitem e ocupem espaços na área de Tecnologia da Informação (TI).

Por: Comunicação do SEEBCG-MS

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