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Adidas e Coca-Cola já estão no metaverso; você será o próximo

postado Assessoria Sarah

A sua entrada no metaverso está mais perto do que você imagina: com a popularização da inteligência artificial, realidade virtual, realidade aumentada e registro de dados na blockchain, cada vez mais pessoas estão trabalhando, negociando e se relacionando no universo digital.

Mesmo assim, vale destacar que o metaverso não é um conceito novo. Com a disseminação da internet, nos anos 1990, pessoas de todo o mundo já interagiam em fóruns digitais, redes sociais, salas de bate-papo do UOL e games online como Habbo e Second Life.

Agora, a chegada das novas tecnologias possibilita o aumento da interação online. Com isso, foram criadas empresas com times que colaboram de forma totalmente remota ou que são geridas de forma descentralizada, com as decisões sendo tomadas via votação virtual. Além disso, gamers investem horas – e dinheiro – em jogos como GTA Online, por exemplo, onde eles compram casas, carros e roupas virtuais.

Apesar disso, há uma grande diferença entre aquelas experiências digitais dos anos 1990 e o metaverso atual: a utilização da recém-criada tecnologia dos NFTs. Quer entender melhor esta história? Vem com a gente!

Games monetizados

Os NFTs, ou tokens não-fungíveis, são ativos que registram as características e a propriedade de itens digitais na blockchain, uma base de dados descentralizada e inalterável. Com isso, as pessoas conseguem comprar e negociar estes itens de forma rápida, barata e segura.

Com os NFTs, empresas de tecnologia estão promovendo experiências como shows, desfiles, exposições, conferências e palestras no mundo digital. É o caso de projetos como o The Sandbox, onde é possível assistir a um show virtual do Snoop Dogg, ou o Decentraland, que hospedou uma semana de moda recentemente.

Nestes “metaversos NFT”, os usuários compram terrenos, casas, roupas, carros, acessórios e outros artigos e os negociam 24/7 em mercados virtuais. Este comércio, inclusive, chamou a atenção de grandes empresas: a Adidas, Atari e Samsung compraram terrenos virtuais no The Sandbox, enquanto o Decentraland conta com a presença de Coca-Cola, Nike e Chanel, entre outras marcas e celebridades.

Redes sociais integradas

Os games parecem uma realidade distante ou que é reservada às pessoas mais jovens e ligadas à tecnologia? Fique tranquilo, pois o metaverso também está sendo integrado às redes sociais mais utilizadas do planeta.

No final de 2021, o Facebook (grupo que também é dono do WhatsApp e Instagram) mudou seu nome para “Meta”, escancarando a intenção de focar o negócio no metaverso. Na época, a Meta prometeu investir US$ 10 bilhões e contratar 10 mil especialistas na Europa para criar o seu próprio mundo online.

Apesar de o projeto estar em fase inicial, o Instagram e o Facebook já estão testando o uso de NFTs. Nos próximos anos, estas redes sociais também devem integrar realidade virtual e realidade aumentada para inserir os seus bilhões usuários no metaverso.

Vida digital

Não é preciso jogar um game ou utilizar redes sociais para entrar no metaverso. Basicamente qualquer plataforma online em que as pessoas interajam pode ser encarada, de uma forma ou de outra, como um universo virtual; o bacana é que o avanço da tecnologia torna essa experiência mais interativa.

Algumas empresas estão conduzindo reuniões no metaverso. Nelas, os funcionários usam óculos de realidade virtual e interagem em um ambiente tridimensional com os seus avatares. Em outros casos, museus criam uma réplica do prédio e das artes no mundo digital para permitir a visitação de pessoas de qualquer lugar do mundo.

Outro uso interessante para o metaverso é educacional, com estudantes e professores interagindo em salas virtuais. Nelas, é possível ver o conteúdo da aula (uma célula, por exemplo) em três dimensões, ao invés de uma foto bidimensional, o que pode ajudar na compreensão e no interesse em aprender a matéria.

Fonte: UOL Economia/PagBank

www.contec.org.br

 

 

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